quarta-feira, 9 de outubro de 2013

LIÇÕES DE ADULTOS ''COMO CONHECER MELHOR A BIBLIA''


O Santuário



Lição 2 - “Céu” na Terra


5 a 12 de outubro 

Sábado à tarde





VERSO PARA MEMORIZAR:



“Os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz Ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte” (Hb 8:5).


Leituras da Semana:

Gn 1:31-2:3; Êx 39:32, 43; 25:9; Hb 8:5; Jo 2:19-21; 1Co 3:16, 17; Ap 21:1-22

Embora o santuário celestial seja o original, no qual Deus está ministrando “por nós” (Hb 9:24), o Senhor revelou, na Terra, de diferentes formas, verdades sobre esse santuário.


Deus criou o Jardim do Éden como símbolo do santuário. O santuário celestial e sua função na salvação foram representados no tabernáculo terrestre e na estrutura maior dos templos israelitas.



Em Jesus, o templo foi manifestado em um ser humano. E, finalmente, o templo celestial descerá à Nova Terra.

Como veremos, Deus usou conceitos relacionados ao santuário celestial para revelar a verdade. Nesta semana, estudaremos alguns desses conceitos.



                                           Domingo




O primeiro “santuário” na Terra


Estudiosos da Bíblia têm observado que muitas características do Jardim do Éden correspondem aos santuários posteriores de Israel, indicando que o Éden foi o primeiro “templo” simbólico na Terra.

1. Estude os paralelos a seguir e faça uma tabela ou diagrama usando estas informações:


Alguns paralelos entre o Éden e o santuário incluem os seguintes:



1. No fim do relato da criação e da narrativa sobre a construção do tabernáculo no deserto, os mesmos três elementos – aprovação, conclusão e bênção – são expressos com as mesmas palavras-chave (compare as palavras “tudo/todo”, “terminar/concluir” e “abençoar”, em Gênesis 1:31–2:3 com essas mesmas palavras em Êxodo 39:32, 43; 40:33).



2. Assim como Deus “andava no jardim” (Gn 3:8), também estava no meio de Seu povo no santuário (2Sm 7:6, 7).



3. Adão devia “cultivar” e “guardar” o jardim (Gn 2:15). Em hebraico, os mesmos dois verbos são usados em relação ao serviço dos levitas no tabernáculo (Nm 3:7, 8).



4. Figuras relacionadas a um jardim aparecem por todo o santuário (Êx 25:31-36, 1Rs 6:18).



5. Querubins guardavam o jardim (Gn 3:24); dois querubins foram colocados no Lugar Santíssimo (Êx 25:18-22).



6. A criação durou seis dias, sendo cada dia introduzido pela expressão “Disse Deus” (ou “Disse também Deus”), e os seis dias foram sucedidos pelo sábado. Assim também existem seis seções introduzidas com as palavras “Disse o Senhor a Moisés” (“Disse mais o Senhor a Moisés”), relacionadas ao tabernáculo (Êx 25:1; 30:11, 17, 22, 34; 31:1), seguidas por uma sétima seção sobre o sábado (Êx 31:12-17).



7. O santuário foi levantado no primeiro dia do primeiro mês (Êx 40:17), o dia do Ano Novo hebraico, que recorda o fim da criação do mundo.



Gênesis 2 não precisava ser explícito sobre esses paralelos, pois os antigos os entendiam. Por exemplo, um escrito judaico do segundo século a.C. afirma que “o Jardim do Éden era o Santo dos Santos e a habitação do Senhor”.



O Jardim do Éden é chamado de “jardim de Deus” (Is 51:3; Ez 28:13; 31:9). Era a morada de Deus na Terra, o lugar em que nossos primeiros pais deviam adorar e ter comunhão com Ele. Portanto, a maior perda na queda não foi a expulsão de Adão e Eva do jardim, mas a perda da possibilidade de estar na presença imediata de Deus.


Pense no conceito da palavra santuário. O que vem à sua mente? Que coisas formam um “santuário” para você agora? A compreensão dos santuários terrestres o ajuda a entender mais o que o santuário celestial oferece a você?


                                             

                                           Segunda





Cópia do modelo


2. Qual é a relação entre os santuários terrestre e celestial? Êx 25:9, 40; Hb 8:5; 9:23, 24

As Escrituras ensinam claramente que Moisés não inventou o tabernáculo, mas o construiu de acordo com a instrução divina que havia recebido no monte (Êx 26:30; 27:8; Nm 8:4). O santuário terrestre devia ser construído segundo o “modelo” (Êx 25:9, 40). A palavra hebraica para “modelo” (tabnit) expressa a ideia de modelo ou cópia. Assim, concluímos que Moisés viu um modelo em miniatura, que representava o santuário celestial, e que esse modelo serviu de padrão para o santuário terrestre.


Portanto, o templo celestial é o original, o modelo para os santuários israelitas. Também é óbvio que não se pode equiparar o santuário no Céu com o próprio Céu. O templo celestial está “no Céu” (Ap 11:19; 14:17; 15:5). Assim, o Céu o contém. Os dois não são sinônimos.



O livro de Hebreus explica em termos inequívocos que o santuário celestial é real. Ele é chamado de “verdadeiro tabernáculo” (Hb 8:2), bem como o “maior e mais perfeito tabernáculo” (Hb 9:11), enquanto o terrestre é uma “figura e sombra das coisas celestiais” (Hb 8:5). Como a sombra é sempre uma simples representação de algo real, e, por sinal, uma representação imperfeita e indefinida, o santuário terrestre é mera representação do celestial. Apesar de suas limitações, o santuário terrestre refletia a realidade do celestial em aspectos importantes.



A relação entre os dois é chamada tipologia, uma prefiguração profética divinamente concebida, que envolve duas realidades históricas correspondentes, chamadas de tipo (original) e antítipo (cópia). Uma vez que a correspondência vai do tipo (original) para o antítipo (cópia), podemos ver em Hebreus que o modelo celestial que Moisés tinha visto é mencionado como “tipo” ou “modelo” (Hb 8:5) e o santuário terrestre como “antítipo” ou “cópia” (Hb 9:24). Essa verdade apresenta mais evidências de que o santuário celestial existia antes do terrestre. Como adventistas do sétimo dia, estamos em sólido fundamento bíblico quando enfatizamos a realidade física do santuário celestial.


Por causa de nossa natureza pecaminosa, é fácil pensar que Deus está irado conosco. Como a revelação do amor de Deus, visto na vida e morte de Jesus, nos ajuda a entender que Deus nos ama, apesar das nossas falhas? De que maneira essa compreensão deve nos encorajar a vencer o próprio eu?

Nota do editor: ”A Epístola aos Hebreus refere-se  ao tabernáculo terrestre como  “antítipo” e ao modelo mostrado a Moisés no Monte Sinai como “tipo.” Portanto linguisticamente os termos estão corretamente definidos. No entanto, na tradição teológica, normalmente usa-se o termo “tipo” para as realidades terrenas e “antítipo” para as celestes. Isto pode ocasionar alguma confusão na cabeça de algumas pessoas que estão acostumadas com o uso tradicional destes termos. Rigorosamente falando, o termo tipo pode ser usado tanto para o original como para a cópia” (Pr. Elias Brasil, Instituto de Pesquisa Bíblica da Associação Geral).

TERÇA


Jesus como Santuário


3. Por que o corpo de Jesus é comparado ao templo? Jo 2:19-21; Jo 1:14

Um dos temas do evangelho de João é que, com Jesus, o melhor “templo” havia chegado. A imagem do tabernáculo já é usada em João 1:14. Jesus é o Verbo que “habitou” entre os homens, e eles viram a Sua glória. A palavra grega usada para “habitar” (skenoo) é a forma verbal do substantivo grego para “tabernáculo” (skene). Por isso, o verso 14 poderia ser traduzido como “o Verbo Se fez carne e ‘tabernaculou’ entre nós”. Nesse contexto, a palavra glória relembra a glória divina, que encheu tanto o tabernáculo no deserto (Êx 40:34, 35) quanto o templo de Salomão em sua inauguração (2Cr 7:1-3). Assim como Deus prometeu, quando Cristo veio à Terra como ser humano, cumpriu a divina promessa relacionada ao templo, de habitar entre Seu povo.


De acordo com os textos acima, Jesus declarou que Ele mesmo era o templo, indicando o fim do significado do templo terreno depois de Sua morte (Jo 2:19-21; Mt 27:51). Além disso, quando Jesus disse que Ele é o Pão da vida (Jo 6:35) e a Luz do mundo (Jo 8:12), Ele poderia estar apontando para além do maná sobre a mesa, para os pães da proposição e o candelabro, objetos do santuário terrestre. Uma referência exata para o santuário é a descrição de Jesus como “Cordeiro de Deus”, que leva sobre Si o pecado do mundo (Jo 1:29).



“Todos os que prestavam serviço em relação com o santuário eram constantemente educados acerca da intervenção de Cristo em favor da raça humana. Esse serviço destinava-se a criar em todo coração humano o amor à lei de Deus, que é a lei de Seu reino. O ato de oferecer sacrifícios devia ser uma lição objetiva do amor de Deus revelado em Cristo – a Vítima sofredora e agonizante, que tomou sobre Si o pecado do qual o homem era culpado – o Inocente que foi feito pecado por nós” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 233).


Uma eternidade em relacionamento íntimo com Deus? Por que é tão importante andar, agora, como Ellen G. White diz repetidas vezes, em “íntima comunhão com Deus”?


QUARTA

A igreja como santuário


Depois da ascensão de Cristo ao Céu e do início de Suas atividades como Sumo Sacerdote no santuário celestial, o templo terrestre já não tinha propósito real no plano da salvação (Mt 27:50, 51). No entanto, Deus ainda procura habitar entre Seu povo na Terra, o que se tornou possível por intermédio do Espírito Santo. Os apóstolos usam imagens do templo para transmitir essa verdade.

4. Leia 1 Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20; 2 Coríntios 6:16; Efésios 2:19-22. Observe o simbolismo do santuário nesses textos. Que verdade é neles ensinada?

Paulo falou em 1 Coríntios 3:16, 17 para a igreja como unidade corporativa, e apresentou dois temas relacionados ao templo: propriedade (1Co 3:16) e santidade (1Co 3:17). Em 1 Coríntios 6:19, 20, ele aplicou os mesmos princípios ao cristão individual. Como templo, o cristão é terra santa e, como tal, está sob divina obrigação de viver em santidade. Paulo usou o simbolismo do templo para enfatizar seu chamado a uma vida pura e santa que, nesse contexto, ele identificou como pureza sexual (1Co 6:15-18). A última referência de Paulo à igreja como divino santuário se encaixa nesse padrão. Não há harmonia entre cristãos e não crentes (2Co 6:14–7:1), pois a igreja está em um relacionamento de aliança com Deus e, portanto, é exclusivamente Sua (2Co 6:18).


Ao mesmo tempo, a igreja é não apenas o templo de Deus, mas também um sacerdócio santo (1Pe 2:5, 9). Sem dúvida, com um privilégio como esse, vêm importantes responsabilidades. É muito importante que entreguemos nossa vida em fé e obediência ao Senhor que nos deu tanto e que, em resposta, pede muito de nós.


QUINTA


Nova criação


5. Leia Apocalipse 7:15-17. Onde estão os redimidos, e como essa passagem os retrata?

Esses versos descrevem os redimidos como reis e sacerdotes que servem no palácio e templo de Deus (Ap 1:6; 5:10; 20:6). A promessa de que “Aquele que Se assenta no trono estenderá sobre eles o Seu tabernáculo” (Ap 7:15) refere-se à presença de Deus no santuário do deserto, onde Ele habitou como líder do antigo Israel. Na Nova Terra, o santuário mais uma vez se tornará o perfeito lugar de relacionamento onde Deus e os redimidos se encontram. Ele garante abrigo, proteção e vida na Sua presença e do Seu Cristo. Aquele que uma vez habitou entre os homens (Jo 1:14), então estende o tabernáculo sobre Seus santos para que eles possam “habitar” com Ele.

6. Leia Apocalipse 21:1-22. Como a Nova Jerusalém é descrita? Nesse texto, que paralelos você encontra entre a cidade santa e o santuário?

João não viu templo na Nova Jerusalém (Ap 21:22), mas isso não significa que não haja templo. Em vez disso, a Nova Jerusalém é o próprio templo e o “tabernáculo de Deus” (Ap 21:3). Vários elementos do santuário são atribuídos à Nova Jerusalém: ela é “santa” e de origem celestial (Ap 21:2, 10); ela tem a mesma forma cúbica do santo dos santos (Ap 21:16; 1Rs 6:20); a exemplo dos recintos do templo, “coisa alguma contaminada” será permitida na cidade (Ap 21:27); e, acima de tudo, Deus está presente. No santuário de Deus, podemos viver com Ele no relacionamento mais íntimo possível (Ap 21:3, 7). Esse é o objetivo da salvação.


SEXTA


Estudo adicional


Leia de Ellen G. White: Educação, p. 301-309, “A Escola do Futuro”; O Grande Conflito, p. 673-678: “O Final e Glorioso Triunfo”.
“Um receio de fazer com que a herança futura pareça demasiadamente material tem levado muitos a espiritualizar as mesmas verdades que nos levam a considerá-la nosso lar. Cristo afirmou a Seus discípulos que iria preparar moradas para eles na casa de Seu Pai. Os que aceitam os ensinos da Palavra de Deus não serão totalmente ignorantes com respeito à morada celestial. E, contudo, “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam” (1Co 2:9, RC). A linguagem humana não é adequada para descrever a recompensa dos justos. Esta será conhecida apenas dos que a contemplarem. Mente finita nenhuma pode compreender a glória do paraíso de Deus” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 674, 675).


Perguntas para reflexão

1. Por que é importante entender que o santuário celestial é um lugar real? Por que devemos ser cuidadosos para não fazer uma comparação muito detalhada entre o templo terrestre e o celestial?


2. Pense mais sobre a ideia da igreja como “santuário”. Como você entende essa verdade? Como a igreja pode cumprir melhor esse ensino fundamental?



3. “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co 3:16, 17). O que esse texto nos ensina, e como podemos aplicar seus ensinamentos à nossa maneira de viver?



4. Reflita sobre o conceito de que somos “sacerdotes” agora e de que atuaremos como sacerdotes após a segunda vinda de Cristo. O que significa essa função agora, e o que ela representará depois da volta de Jesus? Por que o próprio uso da palavra “sacerdotes” nos mostra a importância do conceito de santuário para o plano da salvação?


Respostas sugestivas: 1. Faça o diagrama e leve para comentar com a classe. 2. O santuário terrestre foi construído de acordo com o modelo celestial, apresentado por Deus. 3. Deus prometeu que habitaria com os seres humanos. A vinda de Cristo representou a presença divina com o povo. O santuário simbolizava o corpo de Cristo. 4. O nosso corpo, bem como a igreja, são santuários habitados pelo Espírito Santo, dedicados ao Senhor. 5. Os redimidos estão no templo de Deus, servindo-O sempre. São protegidos e guiados por Deus. 6. O tabernáculo de Deus com os homens. Não haverá templo, pois Deus será o templo. Paralelos: 12 tribos, pérolas, ouro e o Cordeiro.

FONTE CPB 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CRISTO SENHOR DOS SENHORES

Ao fracassarmos em amar a Deus sobre todas as coisas, certamente fracassaremos em amar ao próximo como a nós mesmos. Ao amarmos a Deus de todo o coração, mente, espírito e força, seremos para todos que nos cercam como fontes de água viva no deserto.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Renova-me


Um coração que ouve




Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o.” Isaías 30:21

Numa tarde fria e ventosa de quinta-feira, levei meu filho à barbearia JC, em Toronto. Enquanto ele cortava o cabelo, sentei-me para esperar.

Com o corte concluído, ele perguntou se poderíamos comer num dos restaurantes próximos. Inicialmente eu disse que não, porque havia um lanche esperando por nós em casa. Mas depois considerei o fato de que ele estava voltando da escola para casa, e provavelmente estivesse com muita fome, de modo que concordei.

Enquanto saíamos do restaurante, começamos a atravessar a rua para ir ao abrigo do ponto do ônibus. Então, bem no meio da travessia, uma voz me disse: “Não vá ao abrigo do ponto do ônibus; vá direto à pizzaria do outro lado.” Mas pensei – e disse – que se entrássemos na pizzaria, não veríamos o ônibus quando este chegasse.

– Não se preocupe, mamãe – disse meu filho. – Podemos vê-lo pela vidraça da pizzaria.

Menos de cinco minutos depois de entrar na pizzaria, ouvimos um som estridente de vidro estilhaçado. Ficamos muito assustados; achamos que fosse o vidro da porta da frente da pizzaria. Mas, quando olhamos, a porta de vidro não estava quebrada – não sofrera nenhum dano. Meu filho achou que, talvez, a placa da pizzaria do lado de fora houvesse caído, mas ela estava em pé.

Então olhamos para fora e ali estava: um pequeno carro branco havia atingido o abrigo do ônibus, e a parte da frente do carro estava completamente destruída. O abrigo caíra, estilhaçando o vidro e espalhando-o pela calçada e a rua.

Agora ficamos realmente assustados! O que teria acontecido conosco se estivéssemos no abrigo? Fiquei sem fala, sem saber o que dizer. Depois de alguns minutos, tudo o que consegui dizer, por fim, foi: “Sempre ouça aquela voz baixinha quando ela fala com você.” Tenho certeza de que foi a voz do Espírito Santo falando. Essa voz protegeu a mim e a meu filho desse acidente.

Se tivéssemos desobedecido à voz e ido para o ponto do ônibus, só Deus sabe o que teria acontecido. Deus deseja que sejamos obedientes. Eu a incentivo hoje a dar ouvidos e a obedecer à voz do Espírito Santo. Como Deus diz em Isaías 28:23: “Ouçam, escutem a Minha voz; prestem atenção, ouçam o que Eu digo.” É realmente a diferença entre a vida e a morte.

Annette Howell




O poder da oração



Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nEle, e Ele agirá. Salmo 37:5

Desde o dia em que me casei, há cinco anos, minha cachorrinha, Rhana, ficou com minha mãe. Ela é muito dócil e faz companhia à minha mãe. Num domingo à tarde, algum tempo depois do meu casamento, mamãe foi caminhando com Rhana até minha casa. Brinquei bastante com ela, e depois as duas foram embora. Sem que soubéssemos, Rhana havia comido um pouco do veneno que tínhamos em casa para ratos.

Meu esposo, Elizandro, é comerciante, e sempre chega tarde em casa. Mas naquele dia ele chegou cedo e me convidou para irmos a um parque de diversões. Mas, assim que entrou em casa e descobriu que Rhana havia estado lá, ele foi procurar o veneno. Este sumira. Desesperados, ligamos para nosso amigo Carlão, achando que ele saberia o que fazer. Ele nos disse que devíamos obter um medicamento para dar a ela, rapidamente. Assim, Elizandro foi atrás do remédio, mas teve dificuldade para consegui-lo. Nesse meio-tempo, mamãe e eu estávamos cuidando de Rhana. Minha mãe lhe deu uma mistura caseira de coisas para beber, a fim de provocar o vômito.

Fiquei muito triste e chorei bastante, vendo minha cachorrinha morrendo nos meus braços. Pedi que Deus salvasse a vida de Rhana. Logo após minha oração, Elizandro chegou com o remédio que resolveria o problema. Ele passou uma noite sem dormir, medicando a cachorrinha de hora em hora. Pela manhã, Rhana estava viva, mas muito fraca. Devido à condição de Rhana, Elizandro e eu fomos à cidade vizinha, para levá-la a uma clínica veterinária, onde ela permaneceu em isolamento por algumas horas, enquanto era medicada.
Hoje Rhana está muito bem, feliz e espevitada. O veterinário disse que a mistura que minha mãe fez salvou a vida dela. Mas sei que Deus ouviu minha oração e instruiu minha mãe. Deus nos ama tanto que, mesmo antes de orarmos, Ele já está cuidando de tudo. Mais importante, Ele mandou meu esposo para casa mais cedo do que de costume.

Creio que o Salmo 145:17-19 descreve como nosso Deus ama e atua: “O Senhor é justo em todos os Seus caminhos e é bondoso em tudo o que faz. O Senhor está perto de todos os que O invocam, de todos os que O invocam com sinceridade. Ele realiza os desejos daqueles que O temem; ouve-os gritar por socorro e os salva” – e aos seus cachorros. Agradeço muito ao Senhor por me amar e me guiar. Confie sempre no Senhor. Se dependermos dEle, tudo acabará bem.

Marcilene Kapich Souza



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ORAI SEM CESAR

QUE SEJA ESTE O SEU PENSAR TODO ESTE DIA.





A VIDA É TUDO QUE VOCÊ TEM DE MAIS VALIOSO, CUIDE BEM DELA ,POIS NÃO TEM 
COMO RECUPERA-LA QUANDO SE VAI.


O poder da oração



 23 DE SETEMBRO MEDITAÇÃO DA MULHER

Não se preocupem com nada, mas em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido. E a paz de Deus, que ninguém consegue entender, guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com Cristo Jesus. Filipenses 4:6, 7, NTLH

Cresci num lar cristão, no qual os pais contribuíram muito para nosso conhecimento de Jesus. Mas foi nossa mãe quem nos ensinou sobre o tipo de força que vem de um relacionamento com Deus.

Meu irmão Arnaud recebeu a mesma formação. Quando saí de casa para estudar em outra cidade, isso produziu um grande vazio na vida dele. Éramos muito próximos e partilhávamos cada tristeza e alegria. A tecnologia não estava tão adiantada naquela época, e não era fácil comunicar-nos regularmente. À medida que os meses passavam, as cartas de Arnaud diminuíam, e depois de algum tempo pararam completamente. Eu queria saber por que, mas tive que esperar três anos para descobrir.

Sentindo-se sozinho, Arnaud havia encontrado conforto em seus amigos não cristãos. Satanás percebeu aquela solidão e tirou proveito dela. Arnaud passava todo o tempo com más companhias, fazendo todo tipo de coisas imorais. Mesmo assim, estava sempre na igreja no sábado de manhã. Uma vez terminado o culto, porém, ele voltava aos seus caminhos. Isso continuou por mais de dois anos.

Mamãe suspeitava do que acontecia, e um dia descobriu a verdade. Ficou aborrecida, mas além da raiva estava a tristeza. Como isso pôde acontecer? Esse filho se tornou o foco de todas as suas orações e das de suas companheiras de oração.

Então, um dia, o grupo de oração decidiu ir a um retiro espiritual. Arnaud não queria ir, mas mamãe o forçou. Ele achou que, de algum modo, poderia sair sem ser notado para participar de farras. Tentou, mas cada situação o mantinha dentro de quatro paredes. Ele se viu passando a noite cantando e orando com os outros.

Quando voltou para casa depois do retiro, ele se ajoelhou e disse: “Senhor, não sei como parar com todos os meus vícios, mas, por favor, ajuda-me. Em nome de Jesus, amém!” Deus respondeu a essa oração.

Arnaud está agora em Maurício, onde trabalha como capelão em nossa escola cristã de ensino médio. Deus usa a experiência dele para tocar a vida de pessoas jovens. Creio que sua vida é um testemunho verdadeiro do poder que reside na oração. Cada uma de nós pode ter esse poder!

Natacha Moorooven




sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Meditação do dia 20, 21 e 22 de setembro

Deus Provê




Sob a Tua palavra lançarei as redes. Lucas 5:5

João foi um dos primeiros a reconhecer Jesus como o Messias. Ouviu a pregação de João Batista e sabia que ele havia sido enviado como o precursor dAquele que era a Esperança de Israel. Para João e André, João Batista apontou Jesus como “o Cordeiro de Deus”. [...] Jesus os viu seguindo-O e convidou-os a irem à Sua humilde morada. Ficaram com Ele aquela noite e, ao saírem de Sua presença, tinham plenamente confirmada a fé em Seu caráter divino e em Sua missão.

André foi em busca de seu irmão, Simão, e o trouxe a Jesus, saudando-­­o com a declaração: “Achamos o Messias” (Jo 1:41). No dia seguinte, Jesus chamou Felipe para segui-Lo. [...]

Daí em diante, André, Pedro, Tiago e João passaram a ser conhecidos como discípulos de Jesus. [...]

Embora eles assistissem às pregações de Jesus e passassem bastante tempo em Sua companhia, ainda continuavam em seu humilde trabalho. Mas havia chegado o tempo em que eles deveriam deixar suas redes, seus barcos de pesca e estar mais intimamente ligados a Jesus. Multidões O seguiam em Seu ministério. Então, ao ensinar junto ao lago de Genesaré, “aconteceu que, ao apertá-Lo a multidão para ouvir a palavra de Deus” (Lc 5:1), Ele entrou no barco de Pedro e dali ensinava o povo espalhado na encosta às margens do lago. “Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar” (v. 4).

Pedro respondeu que haviam trabalhado toda noite e não tinham pego coisa alguma. O trabalho havia sido infrutífero, mesmo em uma época própria para a pesca, e não havia probabilidade alguma de êxito naquele momento, “mas”, respondeu Simão, “sob a Tua palavra lançarei as redes”

(v. 5). Assim foi feito, e a quantidade de peixes foi tão grande que a rede não pôde contê-los. Tiago e João, companheiros de André e Pedro, foram chamados para ajudá-los. [...]

Uma obra importante e solene estava diante deles. Deviam abandonar seu único meio de subsistência e gastar sua vida em abnegados esforços para salvar os pecadores que perecem. Antes, porém, de chamá-los para essa vida de renúncia e dependência de Deus, o amoroso Salvador mostrou-lhes que, como Senhor do Céu e da Terra, Ele era plenamente capaz de suprir todas as necessidades deles (Signs of the Times, 8 de janeiro de 1885).




Fé Simples



Hoje, afronto as tropas de Israel. Dai-me um homem, para que ambos pelejemos. 1 Samuel 17:10

Durante quarenta dias, o exército de Israel havia tremido diante do pretensioso desafio do gigante filisteu. O coração desfalecia dentro deles ao olharem para as dimensões de sua estrutura corporal, medindo seis côvados e um palmo de altura [aproximadamente 3,2 metros]. Trazia à cabeça um capacete de bronze e achava-se vestido de uma armadura que pesava cinco mil ciclos [mais de 70 quilos]. Tinha também grevas de bronze sobre as pernas [proteção usada para as canelas e joelhos]. A armadura era feita de lâminas de bronze que se sobrepunham umas às outras, semelhantes às escamas de um peixe. Estavam tão intimamente unidas, que nenhum dardo ou seta poderia de qualquer maneira perfurá-la. [...]

Por 40 dias, pela manhã e à tarde, Golias havia se aproximado do acampamento de Israel, dizendo em alta voz: “Para que saireis a ordenar a batalha? Não sou eu filisteu, e vós, servos de Saul? Escolhei dentre vós um homem que desça a mim. Se ele puder pelejar comigo e me ferir, seremos vossos servos; porém, se eu o vencer e o ferir, então, sereis nossos servos e nos servireis. [...] Ouvindo, então, Saul e todo o Israel essas palavras do filisteu, espantaram-se e temeram muito” (v. 8-11). Ninguém ousou ir contra esse pretensioso gigante, até que Davi, tomado de indignação diante das arrogantes palavras desse idólatra, apresentou-se a Saul como alguém que estava disposto a lutar para a glória de Deus e honra de Israel.

Embora Saul tivesse dado a Davi permissão para aceitar o desafio de Golias, o rei tinha pouca esperança de que Davi fosse bem-sucedido em sua ousada iniciativa. Foi dada ordem para vestir o jovem com a própria armadura do rei. O pesado capacete de bronze foi-lhe posto na cabeça; e a armadura, sobre o corpo; a espada do rei estava ao seu lado. Assim equipado, saiu ele para desempenhar sua incumbência, mas não demorou muito para que começasse a retroceder. [...] O primeiro pensamento na mente dos espectadores ansiosos foi que Davi havia resolvido não arriscar a vida enfrentando um adversário em um encontro tão desigual. Mas isso estava longe do pensamento do bravo moço. [...]

Voltando a Saul, pediu permissão para tirar a pesada armadura, dizendo: “Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei” (v. 39). [...] Que exemplo de coragem e sublime fé demonstrou o simples pastor de ovelhas diante dos exércitos dos israelitas e dos filisteus (Signs of the Times, 10 de agosto de 1888).


Em Nome do Senhor




Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. 1 Samuel 17:45

Davi tirou a armadura do rei e, em lugar dela, tomou apenas seu cajado, com seu alforje de pastor e uma simples funda. Escolhendo cinco pedras lisas do ribeiro, guardou-as e, com a funda na mão, aproximou-se do filisteu. O gigante deu ousadamente largos passos para frente, esperando encontrar o mais poderoso dos guerreiros de Israel. Seu escudeiro ia adiante dele, e parecia como se nada lhe pudesse resistir. Ao se aproximar mais de Davi, viu apenas um rapaz que, pela sua idade, podia se dizer que era um menino. O rosto de Davi tinha o aspecto rosado sadio, e sua forma esbelta, desprotegida de armadura, mostrava-se exposta. Entre o perfil do moço e as sólidas proporções do filisteu, havia um acentuado contraste.

Golias encheu-se de surpresa e ira. Sua indignação irrompeu em palavras com o propósito de aterrorizar e oprimir completamente o ousado jovem à sua frente. “Sou eu algum cão”, exclamou ele, “para tu vires a mim com paus?” (v. 43). Então o filisteu derramou sobre Davi as mais terríveis maldições por todos os deuses que conhecia. E bradou com escárnio: “Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo” (v. 44). Essa arrogante ameaça só serviu para inspirar o jovem com a mais elevada coragem, fazendo arder em seu coração um entusiasmo ainda maior para silenciar o inimigo de seu povo. Davi não fraquejou diante do campeão dos filisteus. Sabia que estava prestes a lutar pela honra de Deus e pela libertação de Israel, e seu coração estava tranquilo e cheio de esperança.
Dando passos à frente, disse ao seu adversário, em uma linguagem ao mesmo tempo simples e eloquente: “Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão; e ferir-te-ei, e te tirarei a cabeça, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às bestas da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel” (v. 45, 46) (Signs of the Times, 10 de agosto de 1888).

fonte cpb

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O plano de Deus

Quinta, 19 de setembro






Eu sei o que estou fazendo. Tudo está planejado – são planos de cuidar de você, não de abandoná-lo, planos de lhe dar o futuro que você espera. Jeremias 29:11, A Mensagem



Eu era a oitava entre nove irmãos, e a mais nova das meninas. Nosso pai falecera quando eu tinha quatro anos de idade, e nosso irmão caçula foi adotado por nossa tia quando ele tinha apenas três meses de idade. Pobre mamãe – como criaria todos nós?
Nosso pai não deixou quase nada para o nosso sustento. Foi sorte nossa que ele tivesse uma irmã na América, a qual assumiu as responsabilidades dele. Nossa querida tia Mathilde, com seu bondoso coração, estendeu seu auxílio a todos nós. Sua família ajudou também, e nós seremos agradecidos para o resto da vida.

Ela me mandou para a escola e a faculdade. No meu segundo ano como estudante de enfermagem, o irmão da minha tia foi levado às pressas ao hospital e posteriormente faleceu. Precisei deixar os estudos porque minha tia teve que pagar a conta do hospital e o funeral.
Eu não sabia o que fazer a seguir. Antes de deixar nossa província e aventurar-me em Manila, sonhei com a segunda vinda de Jesus e com um belo cenário: gramado verde, belas colinas e montanhas cobertas de neve.

Em Romanos 8:28, lemos: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (ARA). Para mim, agora está claro que Deus controla a minha vida. Fui a Manila e foi lá que aceitei a Jesus como Salvador pessoal. Minha irmã mais velha, que trabalhava como representante de vendas de livros e revistas religiosos e sobre saúde, me apresentou ao diretor de publicações. Participei desse emocionante trabalho por 10 anos. Isso me transformou, de uma pessoa muito tímida, em uma mulher que Deus pode usar. Mudei-me para a Alemanha a fim de continuar esse trabalho, casei-me e aqui ainda moro.

Foi enquanto viajava para Garmish, na Bavária, que vi pela primeira vez a grama verde que tinha visto no sonho. Estávamos a caminho de um retiro anual da igreja, quando pedi que meu esposo parasse no acostamento. Contei-lhe que aquilo era exatamente o que eu vira no sonho, quase 20 anos antes.

Quando penso de onde vim e onde me encontro agora, só posso dizer que Deus, verdadeiramente, tem um plano para mim. É impressionante como o Deus do Universo Se importa conosco e nos guia. Ele promete, no Salmo 84:11: “O Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor concede favor e honra; não recusa nenhum bem aos que vivem com integridade.”

Loida Gulaja Lehmann


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Praia do Amor Distorcido



 Foto: Praia do Amor Distorcido: http://bit.ly/11wqcET
E um espírito mal [...] começou a atormentá-lo. 1 Samuel 16:14

O nome “Praia do Amor” é capaz de atrair muita gente em busca da realização de um sonho. Por essa razão, inúmeros estrangeiros visitam um lugarzinho fantástico aqui no Brasil.

Próximo a Natal, capital do Rio Grande do Norte, está uma pequena vila chamada Praia da Pipa. O povo de fora do Brasil conhece e valoriza mais esse lugar do que os próprios filhos da terra. Afinal, ele é curioso, encantador e cheio de gente falando algum idioma diferente.

É lá que está, no topo de uma falésia vermelha, a visão belíssima da Praia do Amor. Enquanto um imponente muro de terra firme circunda a orla branquíssima de areia fofa, as falésias surpreendem pela união de rochas com vegetação nativa. Você também encontra barraquinhas de água de coco, à beira do mar. Não existe lugar no mundo em que uma costa forme tão perfeitamente um cenário de sol, ondas, bosques verticais, despenhadeiros maciços e o silêncio ao sabor do vento. Um dia, decidi madrugar ali para ver o Sol nascer e acabei presenciando um espetáculo da criação divina.

E por que o nome Pipa? Aí é que vem a controvérsia. Contam seus habitantes que, quando os primeiros exploradores passaram por lá, avistaram uma rocha na areia que parecia uma “pipa”. Não aquela de flutuar no céu, mas um tipo de barril que armazena azeite, vinho e outras especiarias. Confesso que fiquei olhando alguns minutos para a famosa pedra e não vi nada mais que um bloco maciço de pedra!
Já viu por aí gente que vê aquilo que não existe? Lembra-se do rei Saul tendo crises de alucinações? Ele ficou tão longe de Deus que acabou tendo medo até da própria sombra – além de querer matar o simpático harpista Davi.

Não sei o que motivou os exploradores a enxergarem um barril em uma pedra, mas a gente tem que cuidar também para não enxergar cabelo em casca de ovo! Para não duvidar, não se enganar, nem ficar desnorteado, agarre-se em Jesus! Com Ele, você terá a visão correta.

Enfim, faça de Cristo seu Melhor Amigo para nada ficar distorcido em seus sonhos. E você descobrirá aventuras extraordinárias que só o Senhor lhe mostrará.

Viagem assim valerá a vida!

cpb m. juvenil 


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

FELIZ SÁBADO A TODOS UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA NA COMPANHIA DE jESUS

BOM SÓ PARA OLHAR
13/09/2013




Há caminhos que parecem certos, mas podem acabar levando para a morte. Provérbios 14:12

Não será a primeira vez, nem a última, que você se deliciará comendo com os olhos, mas se frustrando com a boca. A lista dos “bons para olhar, e horríveis para comer” é grande: bolos e tortas faraônicos, obras de arte de doces e pratos ultracomplexos. E nada disso, no entanto, significa um bom apetite.

Os franceses são um exemplo dessa “traição do paladar”. Isso mesmo! Eles são conhecidos pelo bom gosto e requinte de seus pratos. Além de seus restaurantes exclusivos – os bistrôs com refeições que custam mais de 100 euros –, eles são especialistas em doces. Dentre eles, existe algo capaz de encantar a visão e aguçar o paladar. Ele é pequeno, colorido, tentador e se chama macaron.

Nas ruas de Paris, as vitrines apetitosas saltam aos olhos dos turistas. E os macarons são a atração principal. Como pequenos “pães de mel” arredondados, açucarados, tingidos de várias cores e com um recheio macio entre duas bolachas crocantes, são vendidos em caixas capazes de seduzir qualquer pessoa a comprar dezenas de sabores diferentes. No entanto, a menos que você goste de uma enjoativa maria-mole endurecida com açúcar de doer os dentes, cheirando a ovo, os macarons são uma decepção. Servem para ser admirados, mas não devorados. E se gasta muito para nada.

Perdoe-me se estou sendo muito depreciativo em relação aos macarons, mas tem muita coisa assim, não é? Sabia que se gastam fortunas com embalagens atraentes? E você acaba fisgado pelo comércio sedutor com apelos consumistas. Você já sonhou tanto com uma roupa ou um tênis e, quando ganhou, nem usou tanto? É porque compramos mais por paixão do que por necessidade, e isso é ainda mais comum entre os adolescentes. Não se deixe levar pela publicidade interesseira, nem pelas marcas com preços estratosféricos. Seja sábio ao comprar, escolher, experimentar e desejar. Deus lhe dá o discernimento necessário para fugir dos “algodões-doces” da vida, que são cheios de açúcar, mas vazios de nutrientes. Cuide com a vontade que pode sufocar a razão.

Jesus estará com você para não deixá-lo ser arrastado pelo consumo dos olhos. E seu apetite será satisfeito.






PREPARA-TE JESUS ESTA VOLTANDO 






POR DO SOL 18:00 HORAS






Badaladas do Céu



 14/09/2013

Tudo neste mundo tem o seu tempo. Eclesiastes 3:1

Provavelmente, você deve ter um relógio digital, em vez de usar um de ponteiros. Acertei? Confesso que sou admirador número um de belos relógios de pulso com aqueles ponteiros tradicionais estilizados e modernos. Agora, vamos viajar para conhecer um relógio enorme cujos ponteiros de horas e minutos medem, respectivamente, 2,7 e 4,3 metros de comprimento? Ele é o relógio mais famoso do mundo e, com certeza, o ponto turístico mais tradicional da Inglaterra. Coroando o topo da torre principal do Parlamento Britânico, lá está o Big Ben.

Sabia que, na verdade, essa obra arquitetônica se chama “Torre do Relógio”? O nome Big Ben foi dado por causa do imenso sino de 17 toneladas cujas badaladas são transmitidas até pela rádio mais importante de Londres. Fora as manutenções regulares ou os problemas causados por reveses climáticos, ele só parou de soar nas duas Guerras Mundiais – inclusive apagando seus ponteiros à noite para não atrair ataques aéreos inimigos. Mas, até hoje, todo mundo conhece o relógio por Big Ben e admira sua impecável precisão no horário, com uma pontualidade digna dos britânicos.

Hoje, ele não é o maior relógio do mundo. O recorde está na cidade de Meca, na Arábia Saudita. O relógio de lá tem incríveis 43 metros de diâmetro de um canto a outro do visor – algo como duas quadras de basquete lado a lado. Que tal?

A verdade é que relógios existem somente por causa de uma palavra importantíssima: tempo. Afirma-se que tempo é o que gastamos amando. Isto é, o que fazemos de importante para nós – comer, correr, dormir ou ganhar dinheiro. Tudo isso custa tempo e carrega nossa vida junto. Então lhe pergunto: Como você está usando seu tempo? O que você “ama” a ponto de gastar seu precioso tempo com isso?

Convide Jesus para passar tempo ao seu lado. Não abra mão de orar, ler a Bíblia e fazer seu culto todos os dias. Aproveite para se aventurar com Cristo, obedecendo aos Seus mandamentos. Você será mais feliz e muito mais esperto para encarar o que vier pela frente. Com Deus não há erro: ninguém perde tempo. No máximo, encurta a espera para ver Jesus voltando logo!

O sino do Seu retorno já está soando...


Vila de Pedra



 15/09/2013

Eu lhe ensinarei o caminho por onde você deve ir. Salmo 32:8

Renascer das cinzas. Essa expressão que sugere vitória e superação é comumente usada em muitas situações. Tem gente que perdeu tudo e reconstruiu um império. Outros foram desacreditados no esporte, mas provaram que poderiam realizar muito mais. Sem contar que todos nós enfrentamos derrotas e, nem por isso, perdemos a chance de vencer logo a seguir.

Determinação e senso de reconquista são características de um curiosíssimo vilarejo que continua de pé em um dos lugares mais charmosos do mundo. De fronte para o Mediterrâneo, na bela Côte d’Azur da Riviera Francesa, está a cidadezinha de Èze. Ela fica em cima de uma rocha, chamando a atenção de quem passa na direção de Cannes ou do Principado de Mônaco. Ali, a riqueza é vista nos carros de luxo que trafegam normalmente pelas estreitas estradas. Porém, não era assim quando Èze começou sua história.

Esse vilarejo de pedras rústicas e ruas medievais parece um cenário de filme dos tempos antigos. E ele faz juz a isso. Afinal de contas, já havia gente morando por lá muitos séculos antes. Já pensou nisso? Passou a conquista do Império Romano, depois vieram a Idade Média, as revoluções europeias e, ainda hoje, aquelas casas apinhadas continuam de pé. Enfim, resistência e perseverança são expressões muito próprias para essa aldeia que parece ter sido transportada em uma máquina do tempo.

Voltando à expressão do início do texto, “renascer das cinzas”, ou sobreviver através das lutas, gosto de pensar em quantos heróis bíblicos passaram por essa experiência. Lembra-se de Sansão? Estava tudo acabado para ele, mas houve uma segunda chance, e ele defendeu o nome de Deus entre os filisteus. Pedro estava com a alma abatida após negar Jesus três vezes, mas Cristo provou que o amava dando-lhe um ministério fantástico nas décadas seguintes. Enfim, a Bíblia é um livro com histórias reais de superação, em que aparentes “perdedores” deram a volta por cima!

Vamos fazer melhor que a cidadezinha de Èze? Vamos durar eternamente? Coloque Jesus em primeiríssimo lugar! O tempo, as lutas e os inimigos passarão, mas você permanecerá firme. Mesmo se for para renascer das cinzas.


Cidade Fantasma


16/09/2013


Ele agarrou o dragão [...] e o amarrou por mil anos. Apocalipse 20:2

Eu não acredito em assombração. Você também nunca deve acreditar. Porém, é difícil encontrar outra palavra para ilustrar o destino sombrio de uma cidade chamada Pripyat.

Situada ao norte da Ucrânia, essa é uma cidade como qualquer outra: há prédios, casas, supermercados e postos de combustível. Tudo está lá, menos as pessoas.

Completamente desabitada, essa cidade tornou-se “fantasma” de repente – após um dos maiores desastres da história do mundo moderno. Era abril de 1986, e foi em um determinado dia que o impensável aconteceu. Uma das maiores usinas nucleares da Rússia entrava em colapso, deixando o planeta em pânico.

Você já ouviu falar em Chernobyl? Esse é o nome assustador que tornou a radioatividade um inimigo real para muita gente que morava nas proximidades. Para você ter uma ideia do que foi isso, a radiação lançada pelos ares por causa do acidente foi 400 vezes maior do que a bomba atômica de Hiroshima, que devastou toda a cidade japonesa na Segunda Guerra Mundial.

Hoje, chegar até Pripyat é uma experiência solitária e silenciosa. Um enorme caixão de concreto foi construído às pressas para lacrar toda a área central do reator que explodiu. Porém, os cientistas garantem que serão necessários pelo menos 900 anos para que os índices de radioatividade se estabilizem a ponto de permitirem que vida humana retorne àquela imensa região desabitada.

Ou seja, alguém só poderá morar lá no ano 2886!

Sabe o que isso me lembra? A prisão que o inimigo de Deus sofrerá, chamada milênio. Serão mil anos em que Lúcifer irá permanecer neste mundo sem a presença de nenhum ser humano sequer para ele tentar, prejudicar e enganar. Enquanto isso, os salvos terão tempo de sobra para conhecer todos os registros do juízo divino. Não haverá dúvida alguma sobre a justiça perfeita do Senhor.

Você quer estar no Céu enquanto a Terra ficará desolada por tantos anos? Viva este dia com Jesus. Assim, você estará protegido contra a perigosa radiação do pecado.

meditação juvenil cpb