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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

''MEDITAÇÕES DA SEMANA''


1º de outubro sábado


Fé Infantil


E Jesus, chamando uma criança, [...] disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus. Mateus 18:2, 3

Na primavera de 1982, minha filha estava na primeira série e meu filho tinha um ano de idade. Minha vida, como mãe de duas crianças, era estressante. Quando chegaram as férias, empacotei as coisas e fui com as crianças para a casa dos meus pais. Fazia dois anos que eu tinha a carteira de habilitação, e me senti capaz de dirigir os 100 quilômetros. O tempo de férias passado no campo transcorreu rapidamente. Consciente dos benefícios do ar fresco e do agradável sol primaveril, saí com meus filhos em meio à natureza, ajudei minha mãe no jardim, caminhei e visitei amigos e parentes.

Mas as duas semanas chegaram ao fim. Na manhã em que parti, meus pais e dois irmãos mais novos já haviam saído para trabalhar no campo. Depois de colocar a bagagem no carro e acomodar as crianças no banco traseiro, sentei-me atrás do volante. Virei a chave, mas o carro não pegou. Tentei mais duas vezes, nada! Olhei ao redor, para ver se passava alguém que me pudesse ajudar, mas não havia ninguém. Tentei ligar o motor de novo, mas sem nenhum resultado.

Minha ansiedade aumentou ainda mais à medida que as crianças ficavam agitadas. Então, minha filha perguntou: “O que fazemos agora, mamãe?”

“Não sei”, respondi, enquanto levantava o capô do carro. Não sei por que levantei o capô, já que não tenho nenhum conhecimento de mecânica; mas, ao olhar o motor, notei um fio solto perto da bateria. Vi que na sua extremidade havia uma espécie de chave. Então, notei outro arame com uma chave, conectado a um terminal, e achei que o fio solto precisaria estar ligado ao terminal livre. Quando o liguei e virei a chave de ignição, o motor pegou. Como fiquei aliviada! Mas não tive oportunidade de falar nada, antes de ouvir minha filha dizendo: “Eu sabia que ia funcionar, porque fiz oração.”

Aprendi uma importante lição de uma menina de sete anos de idade – levar tudo diante de Deus, porque, com Ele, todas as coisas são possíveis. Se hoje você se sente vencida pelos problemas, ajoelhe-se em oração e coloque-os nas mãos dAquele que pode resolvê-los.

Lidia Poll



2 de outubro domingo


No Mesmo Dia


O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos. Provérbios 16:9

Acabávamos de chegar ao supermercado para a nossa compra semanal. Ansiosa por cuidar do meu estado de saúde, corri para a farmácia a fim de verificar minha pressão sanguínea. Encantada com o resultado no pequeno aparelho, saí, lépida e animada, para começar a juntar os produtos da minha lista de compras. De repente, ouvi meu nome pelo sistema de som.

Meu primeiro pensamento foi de que era meu esposo, que tinha ido estacionar o carro. Imaginei que algo tivesse dado errado logo depois que entrei. Em vez de responder imediatamente ao anúncio, fui para a entrada, à procura do meu esposo. Finalmente nos encontramos e, vendo que ele estava bem, continuamos andando juntos pela loja, até que um produto me chamou a atenção. Depois de verificar a etiqueta do preço, fui pegar minha bolsa no carrinho de compras para ver se tinha dinheiro suficiente. Não havia bolsa! De repente, entendi a razão do anúncio. Eu não caminhava mais – praticamente corri pelo meio da loja!

Na farmácia, uma mulher me estendeu a bolsa e disse: “Um cavalheiro a entregou para mim!” Tão calma e sinceramente quanto pude, agradeci a ela, reconhecendo a bondade de Deus. Uma rápida olhada mostrou que não faltava nem um item sequer – identidade, cartões de crédito, talão de cheques, porta-moedas, tudo estava lá!

As pessoas dizem: “Onde estão os milagres? Por que não acontecem mais?” Eu digo que eles estão ao nosso redor, acontecendo a cada momento. Considero cada respiração um milagre. Quem pode garantir que terei o privilégio de tomar fôlego uma vez mais?

Quando Deus opera um milagre em nosso favor, não apenas o vemos com nossos olhos, mas a percepção física reforça a espiritual. Então, ao contemplarmos a bondade de Deus, somos capazes de compreender o verdadeiro significado do milagre. Deus está ativo em nossa vida, realizando constantemente experiências inspiradoras, transformadoras da vida. Creio que Deus providenciou dois milagres em meu favor naquele mesmo dia – o cavalheiro que entregou a bolsa e a mulher que a devolveu para mim. Todos os dias, os errantes mas confiantes filhos de Deus experimentam milagres maravilhosos, repetidos constantemente por um Pai amoroso, generoso e misericordioso.

Quilvie G. Mills



3 de outubro segunda


Você Vale Muito Para Deus


Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. [...] Portanto, não tenham medo; vocês valem mais do que muitos pardais! Mateus 10:29-31, NVI

O filhotinho de sabiá, piando melancolicamente, seguia a mãe pelo quintal. A mãe continuava procurando o desjejum e, por fim, encontrou uma suculenta minhoca. Sorri quando a observei apresentando a minhoca ao filhote. O bebê aceitou o presente e então, em seguida, cuspiu-o fora. Sem deter-se, a mãe pegou a dádiva e bicou-a em várias partes, como se estivesse verificando se aquela minhoca era do tipo certo, e a ofereceu novamente ao bebê. Mais uma vez, ele cuspiu o saboroso quitute de volta para sua mãe. A mamãe pegou a minhoca pela terceira vez e a virou pela extremidade, trocando a posição, antes de oferecê-la de novo. Desta vez, o filhotinho a engoliu prontamente.

Muitos anos atrás, li que essas aves não engolem minhocas de frente para trás. As minhocas têm sulcos que as ajudam a avançar dentro da terra. Se um sabiá engolisse uma minhoca nesse sentido, isso cortaria a garganta dele. Quem dera ter a sabedoria de um sabiá! A programação do seu sistema o impediu de comer do jeito errado.

O único problema com esse sistema é que ele funciona pelo instinto, e não por processos mentais. Se eu renunciasse à minha capacidade de raciocínio em troca de uma vida baseada em instintos, bem que poderia ter uma vida mais simples. Mas seria ela tão interessante? Eu estaria amarrada, pelo instinto, a reagir a cada circunstância. Em lugar disso, sou livre para formular meus próprios pensamentos e meu curso de ação. Meu amoroso Deus permite que eu aprenda mediante tentativa e erro.

Sinto-me grandemente confortada pelo fato de que tenho muito valor para Deus. Embora tropece a cada nova experiência, sei que Ele teve a certeza de que valia a pena morrer por mim. Toda vez que observo alguma ave, lembro-me de buscar instruções adicionais com meu maravilhoso Senhor.

O Livro de Deus me dá conselhos diários sobre as melhores maneiras de conduzir minha vida. Quando leio Seu Livro com oração, obtenho a sabedoria para viver uma vida feliz e produtiva, livre de resultados desastrosos. Então, quando vierem as tribulações, e certamente virão, saberei que Deus estará comigo e que valho mais do que muitos pardais.

Patrícia Cove



4 de ou tubro terça


Aprisionada Pelo Temor


Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti. Isaías 26:3

Eram 7 horas da manhã, e o mundo ainda dormia. Muitas lojas ainda estavam fechadas, sem falar em bancos e escritórios do serviço público, dos quais eu precisava naquela fatídica manhã. Eu precisava chegar ao centro da cidade por transporte coletivo antes das 8h30, de modo que saí correndo.

Encontrei aberta a porta do prédio e, ao entrar, notei que o lugar estava completamente deserto, sem um guarda sequer da segurança no saguão. Agora, tudo o que precisava fazer era subir ao quinto andar para encaminhar o envelope que trazia na mão. Isso teria sido fácil, mas tenho um leve medo de elevador, e ficaria ainda mais petrificada ao estar num elevador sozinha. Assim, fiz a única coisa sensata e fui na direção da escada. A porta que levava à escada estava trancada, e fui em busca de outra saída. Entrei por uma porta que parecia levar a algum lugar, mas ela se fechou atrás de mim e entendi que me encontrava, literalmente, num beco sem saída. Eu me havia trancado no poço vazio da escada. Senti-me como um rato aprisionado num pequeno labirinto, e comecei a ficar muito ansiosa.

Mais forte do que o meu pânico foi a certeza de que Deus é maior do que qualquer confinamento. Comecei a cantar o hino francês: “Ne crains rien je t´aime, je suis avec toi” (Nada temas, pois te amo e estou sempre contigo). Quanto maior era o meu pânico, mais alto eu cantava, e quando não me lembrava mais da letra do cântico, recitei o Salmo 23, intercalado com frenéticos pedidos de socorro e uma oração simples: “Querido Senhor, não me deixes só; por favor, envia alguém para me tirar daqui!”

Dei graças porque o poço da escada era rodeado por paredes de vidro, o que reduziu minha claustrofobia crescente. Enquanto cantava e orava dentro da cela da minha prisão de vidro, chamei a atenção de um homem que reconheceu meus gritos por socorro e teve a bondade de me resgatar. Depois de agradecer-lhe profusamente, entendi que o poço da escada se tornara uma prisão de minha própria feitura – eu podia simplesmente ter tomado o elevador, poupando-me um enorme sofrimento.

Se não reivindicarmos o sangue de Jesus Cristo, como escaparemos da cela do cárcere do pecado que nós mesmas criamos? Busquemo-Lo sem inibição, confessando nossos pecados e crendo que a vitória está assegurada.

Jeannette Belot



5 de outubro quarta


Não me Encaixo


Senhor, Tu és o meu Deus; eu Te exaltarei e louvarei o Teu nome; pois com grande perfeição tens feito maravilhas, coisas há muito planejadas. Isaías 25:1, NVI

Algo me chamou a atenção, certa manhã, no meio do inverno, enquanto eu assistia ao noticiário. Era a história esportiva da Associated Press, recontando o encontro de Toby Dawson com seu pai coreano. Geralmente não assisto a notícias esportivas, e mal tinha ouvido falar em Dawson, o medalhista de bronze nas Olimpíadas no esqui estilo livre. Houve duas coisas, porém – palavras assustadoras e ação não ensaiada –, que me tocaram as cordas do coração enquanto a história se desenvolvia.

Parece que há mais de duas décadas, quando Toby tinha quase três anos, ele se perdeu num mercado sul-coreano. Embora o pai tivesse procurado em orfanatos da região e em dezenas de outros lugares, não encontrou o garotinho. Com pesar, o pai desistiu de ter esperança. Entretanto, um casal americano, instrutor de esqui no Colorado, conseguiu romper a burocracia e adotou o menino. Evidentemente, quando o trouxeram para casa, ensinaram-no a esquiar.

Mas foram as palavras angustiadas de Dawson que não me sairão da memória. “Eu não me encaixava. Olhava para meus pais [adotivos] e não me via parecido com eles.” Mesmo quando foi à Coreia, descobriu que não pertencia àquele lugar tampouco.

Como conselheira, conheço a angústia de dezenas de pessoas que, em sua busca por identidade, sentem-se como Dawson se sentia – entre dois mundos. Não se encaixam. Algumas, em sua aflitiva busca, escolherão o melhor dos dois mundos, enquanto outras se acham emperradas entre eles.

A mídia notou que Dawson havia memorizado uma frase em coreano para cumprimentar seu pai: “Esperei por um longo tempo, papai.” Nós também temos esperado um longo tempo, mas não tanto quanto nosso Pai tem esperado por nós. De agora em diante, memorizarei pelo menos um texto bíblico cada semana. Embora não seja necessário que me lembre das palavras para cumprimentar meu Pai, elas trazem a presença dEle para mais perto, até que Ele venha. Quando nos reunirmos com o Pai celeste, nós nos encaixaremos em Sua família. E quando virmos as palmas de nosso Irmão, com marcas de cravos, estenderemos a mão para tocá-las.

Glenda-Mae Greene



6 de outubro quinta


Um Dia Ele Esclarecerá


Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? 1 Coríntios 15:55

A notícia inesperada do falecimento de Chidi chocou a todos. Sabíamos que ela estava doente por várias semanas, porém não esperávamos que morresse. Ela era uma mulher amorosa e prestativa, com uma personalidade alegre e um coração de ouro.

Quando meu esposo e eu soubemos que ela estava no hospital, fomos vê-la e levamos o livro As Cores da Graça como presente para ela. Li o devocional que eu havia escrito, intitulado “Creio em Milagres”, e contei que o gerente de uma estação de rádio cristã havia recentemente lido esse texto no rádio. O rosto dela se iluminou ao segurar o livro junto do coração, e ela cochichou: “Shirley, esta é a melhor coisa que me aconteceu desde que fui hospitalizada.” Ela ficou impressionada com o modo pelo qual Deus coloca pessoas e circunstâncias no lugar e na hora certa para responder à nossa oração. Eu lhe disse que acreditava que o mesmo Deus que operara um milagre em nosso favor podia fazer o mesmo por ela.

Chidi tinha dificuldade para respirar, enquanto falava dos seus planos de abrir um orfanato no seu país, e contava como se sentia abençoada por poder ajudar pessoas carentes que vinham à sua loja. Várias vezes mencionou que, quando saísse do hospital, daria seu testemunho da bondade de Deus na igreja. Antes de deixar o quarto, oramos por sua cura.

Não muito depois da nossa visita, soubemos que o estado de Chidi se agravara. Então, recebemos a notícia triste e chocante de seu falecimento. Todos nós, que conhecíamos Chidi, ficamos desconcertados, sem saber como algo tão terrível pôde ter acontecido.
Consolamo-nos uns aos outros com a certeza de que Deus está no controle, sabe o que é melhor e, nos momentos mais escuros da vida, está conosco, mesmo quando não parece. Um dia, Ele esclarecerá tudo.

Chidi não viveu para dar seu testemunho na igreja, como planejava, mas seus atos de bondade e uma bela lembrança viverão em meu coração e na vida daqueles a quem ela tocou. Aguardo com expectativa aquele momento glorioso, quando Deus “acabará com a nuvem de tristeza e de choro que cobre todas as nações. O Senhor Deus acabará para sempre com a morte. Ele enxugará as lágrimas dos olhos de todos” (Isaías 25:7, 8, NTLH). A morte não mais terá a vitória.

Shirley C. Iheanacho



7 de outubro sexta


A Oração de uma Criança


E disse: “Eu vos asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos Céus.” Mateus 18:3, NVI

Enquanto meu esposo, nossas duas filhas e eu viajávamos por uma estrada não asfaltada na região sudeste do Brasil, sabíamos que em pouco tempo não haveria mais luz do Sol. Nossa família retornava para casa, após visitar parentes e amigos. Vínhamos alegremente cantando os cânticos favoritos de nossas filhas, quando, de súbito, o sistema elétrico do carro desligou. Nada funcionava. Estávamos parados numa estrada com bem pouco tráfego, a uns 40 quilômetros de casa. Não havia casas por perto, e meu esposo tentou consertar o problema – sem sucesso.

Sentindo-nos incapazes, e totalmente dependentes da assistência divina, oramos. Ah, como oramos! A noite chegava e, com ela, os mosquitos. Vendo que não havia forma de resolver o problema, meu esposo sugeriu que, quando passasse o primeiro carro, minhas filhas e eu pedíssemos carona até a cidade em que morávamos. Lá, eu devia ir em busca de ajuda para ele. “Nós não vamos! Não vamos deixar você sozinho. Se necessário, passaremos a noite dentro do carro, mas vamos ficar juntos”, eu disse. Vendo minha determinação, quando o primeiro carro parou, meu esposo mandou uma mensagem ao seu irmão, pedindo auxílio. Seu irmão receberia o recado? E oramos um pouco mais.

Então, nossa filha de quatro anos, Regiane, disse: “Papai! Espere! Eu vou orar agora. E nós vamos sair.” Ela deu alguns passos fora da estrada e, de pé em meio a uma vegetação que era quase tão alta quanto ela, orou silenciosamente. Não sei o que ela disse naqueles poucos segundos, mas, quando retornou, disse ao seu pai: “Ligue o carro. Vamos embora!”

Meu esposo, que havia tentado ligar o carro inúmeras vezes, fez o que sua pequenina filha mandava. Para nossa surpresa e alegria, o carro funcionou normalmente. Continuamos a viagem e chegamos com segurança à nossa casa. E aquele problema nunca precisou de nenhum conserto do mecânico.

Deus ouve nossas orações! Senhor, graças Te dou por nos guiares e ensinares que devemos ser puros e confiantes como as crianças, em todas as situações.

Eny Ruella Silva



8 de outubro sábado


Um Gosto do Céu


E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. Apocalipse 21:4

Andando apressada pelo shopping, entrei rapidamente em outra loja. Embora não goste muito de shoppings, e goste ainda menos de fazer compras, havia naquela loja uma das coisas da minha lista para aquele dia. Enquanto manuseava alguns artigos, perdida em meus pensamentos, fui rapidamente trazida de volta à realidade quando ouvi meu nome: “Mai?”

Olhando para cima, a princípio me surpreendi, e depois me rejubilei ao reconhecer uma amiga do ensino médio, a quem não via fazia bom tempo. Conversamos, pusemo-nos a par da vida uma da outra e então desejamo-nos boa sorte ao tomarmos caminhos diferentes. Foi apenas um breve encontro, mas me senti muito feliz ao rever uma velha amiga.

Foi como um gostinho do Céu. Imagine só caminhar pelas ruas de ouro, parando para mergulhar os pés no rio. Depois, ao passar pela árvore da vida, tentando decidir qual das frutas comer, seus pensamentos são interrompidos por alguém que chama seu nome. Virando-se para olhar, você rapidamente reconhece uma amiga do passado. Talvez alguém que o mundo de pecado tenha tirado muito cedo de você, ou alguém que simplesmente sumiu, com o tempo e a distância. Alguém com quem você perdeu o contato por alguma razão. A pura alegria de ver outra amiga que conseguiu entrar no Reino, após tantas tribulações e problemas deste mundo, tornará aquele momento muito especial. Imagino só poder dar um enorme abraço nessa pessoa. Não será algo espetacular? Mas, desta vez, ao relatarem as histórias de como conseguiram vencer, o encontro não precisará ser breve. Não será preciso desejar boa sorte uma à outra e seguir caminhos separados – vocês terão a eternidade para compartilhar juntas!

Às vezes, a vida pode ser desanimadora, mas temos a esperança do Céu. Ter essa esperança torna mais fácil lidar com este mundo deprimente. As despedidas ainda são difíceis, mas temos algo pelo qual aguardar. Isso também nos pode levar a encaminhar para Jesus todos os que encontramos, para podermos encontrá-los no Céu novamente um dia!

Mai-Rhea Odiyar

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