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sexta-feira, 24 de maio de 2013

SÁBADO FELIZ

Querido amigo que a paz do Senhor Jesus circunde seu coração, e que este maravilhoso sábado possa ser maravilhoso, e mais um dia de irreflexão das obras que como criador criara.

O SÁBADO FOI FEITO POR CAUSA DO HOMEM 
“O Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27
Esse texto bíblico tem sido utilizado por pessoas sinceras para pregar que, sendo o Sábado criado por causa do homem, este nada tem com ele, está abolido, cancelado, nulo, etc. Você vai observar que este pensamento, conquanto sincero, está longe do que Deus tinha em mente ao criar o Sábado. Medite nisto:
• A Bíblia foi feita por causa do homem, e não o homem por causa da Bíblia.
• A Santa Ceia foi feita por causa do homem, e não o homem por causa da Santa Ceia.
• A oração foi feita por causa do homem, e não o homem por causa da oração.
• A Igreja foi feita por causa do homem, e não o homem por causa da Igreja.
• A salvação foi feita por causa do homem, e não o homem por causa da salvação.
Então, a Bíblia perdeu o valor e está cancelada? A Santa Ceia foi abolida? A oração caducou? A Igreja é dispensável? A salvação é utopia? Não. E não! O Sábado tem que ser guardado, assim como você lê a Bíblia, toma a Santa Ceia, ora, vai à igreja e é salvo. (A mulher também foi feita por causa do homem – I Cor. 11:9. Não foi bom?!) Deus sempre está certo! Gênesis 2:18.

O VALOR DO SÁBADO
Uma dona de casa acorda pela manhã, arruma a cama, varre a casa, prepara o desjejum, “põe a mesa, tira a mesa”, lava pratos, faz a marmita do marido, “despacha” o marido, lava roupa, tira o pó dos móveis, arranja as plantas, limpa as vidraças, prepara as crianças para levar e trazer da escola, faz o almoço, “põe a mesa, tira a mesa”, lava pratos, arruma a cozinha, prepara o lanche, lava os talheres, faz a janta, “põe a mesa, tira a mesa”, lava os pratos e panelas, limpa a cozinha... e vai dormir, pensando o que vai fazer (cozinhar) para o dia seguinte.
Esta maratona pode começar ao alvorecer e terminar pela madrugada, dependendo do tamanho da família e das condições de cada qual. Imagine isso durante anos a fio. Torna-se esta dona de casa uma verdadeira máquina. Por isso, o bom Deus criou o Sábado. Agora é fácil entender por que “O Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado”, não é? Imagine um operário braçal.
Sim, meu irmão, Deus criou o Sábado por causa desta dona de casa e do trabalhador em geral. Para que, neste santo dia, pudessem parar a fim de recobrar as forças e ter tempo suficiente, livre da fadiga, e dos transtornos, descansando de seus labores, para meditar de forma total no grande amor de Deus.
Experimente, irmão ou irmã, na próxima sexta-feira, exatamente à hora do pôr-do-Sol, encerrar todas as atividades. Tenha a casa arrumada, troque os lençóis, fronhas e colchas, a comida prontinha, a roupa passada e guardada, os sapatos engraxados, a televisão e o rádio desligados. Os jornais e revistas seculares recolhidos.
Reúna a família, cantem hinos de louvor a Deus, leiam a Bíblia, orem. Estarão assim recebendo o Sábado bíblico em sua casa. Depois dirijam-se à mesa, jantem e preparem-se para um repousante sono. A noite será diferente e mais agradável. Pela manhã, tomem o desjejum e estejam desde já convidados a assistir, em uma de nossas 67.237 Escolas Sabatinas, ao culto de adoração e louvor a Deus, que começa pontualmente às 9:00 horas. À tarde, saiam com a família a contemplar a natureza, mostrem os campos e as flores, o mar e todo o Universo aos filhos, e lhes digam que tudo foi criado pelo bom Pai Celestial. E até eles compreenderão que Deus tinha razão ao criar o “Sábado por causa do homem.” Deus continua certo: O homem precisa do Sábado! Não sejamos ingratos ao recusar o que Deus fez para nós.

ATENÇÃO GRÁFICO 6 – COPOS


“Assim como Deus completou Sua obra em seis dias, de modo que pôde ser dito que ela estava ‘terminada’ no sétimo dia, devemos completar nosso trabalho durante os seis dias destinados para isso, e descansar olhando além de nossos interesses e necessidades terrenos, para o privilégio de manter comunhão com nosso Criador. O dia de repouso de Deus não é meramente um sinal de parada, mas um convite para crescente amizade...” – Lição da Esc. Sab. 14/7/85.
QUANDO SERIA RESTAURADO O SÁBADO? 
Daniel 8: 12
“...e lançou a Verdade por terra; fez isso e prosperou.”
A Verdade, como já dissemos, é: DEUS (Isa. 65:16); JESUS CRISTO (João 14:6); ESPÍRITO SANTO (João 16:13); BÍBLIA (João 17:17); LEI MORAL (Sal. 119:142).
Portanto: Negar ou matar a Cristo; usurpar o lugar de Deus; olvidar a atuação do Espírito Santo; substituir a Bíblia e modificar a Lei Moral é “lançar a Verdade por terra.”
Quando Daniel profetizou isso (600 a.C.), a verdade estava de pé. Ou seja: Os judeus foram separados como nação eleita para ser a luz dos povos. O templo era a Igreja (Êxo. 25:8). O evangelho era o Sistema Sacrifical que prefigurava o Messias, e a Lei Moral era a norma de conduta. O Espírito Santo, embora atuante, não fora dado de forma clara, o que só ocorreu no Pentecostes ao ser Jesus glorificado no Céu pelo Pai (João 17:5). No Pentecostes se deu a obra inaugural do Espírito Santo como sucessor de Jesus.
Os anos se passaram. O Messias chegou, e mataram-nO. Mas, no ano:
31 d.C. (morte de Cristo) a Verdade estava de pé.
58 d.C. Ainda permanecia de pé sustentada por Paulo (Atos 20:29 e 30).
62 d.C. Paulo adverte veementemente: II Tess. 2:3 e 4 (O apóstolo define quem tentaria contra a Verdade para lançá-la por terra).
100 d.C. Morre João, o último dos apóstolos. A Verdade ainda está de pé.
200/300 d.C. Ainda permanece de pé, toda a Verdade de Deus.
321 d.C. Ocorre a conversão nominal do imperador Constantino ao cristianismo (apenas uma manobra política para lhe assegurar a permanência no governo). Em 7/3/321 d.C. celebra ele o famoso edito dominical que iria abrir a porta às leis dominicais futuras (veja este decreto na página nº 96). Posteriormente afirmou: “Juntar-se à igreja ou perder a vida.”
364 d.C. No Concílio de Laodicéia a Igreja Romana transferiu definitivamente a solenidade do Sábado para o domingo (ver pág. nº 97).
503/508 d.C. Nestes anos, consolidou-se a posição religiosa de apostasia total. Abria-se o caminho para a “abominação assoladora”. O papado contava com o apoio eclesiástico (no Sínodo de 503 d.C. em Roma, o Papa foi declarado como o substituto de Deus não podendo ser julgado por pessoa alguma). Recebeu também o apoio civil (503 a 508 d.C.) através de Clóvis (Clodoveu) rei dos Francos que, aceitando o cristianismo por influência de sua esposa cristã, Clotil de, torna-se ardoroso defensor do papado, lutando contra todos os povos hostís ao Papa. Isto lhe valeu o título de “filho mais velho da Igreja Católica”.
533 d.C. Justiniano, imperador de Roma Oriental, com sede em Constantinopla, declara o papa como o “cabeça de todas as igrejas”, passando o papado a dominar a Europa.
538 d.C. Exatamente neste ano foi expulso de Roma o último poder opositor do papado – os Ostrogodos. Com sua queda desenvolveu-se notadamente a supremacia papal. Virgílio, bispo de Roma, torna-se o 1º papa com jurisdição temporal. A verdade que, paulatinamente, já vinha sendo modificada, sob este poder, seria, definitivamente, lançada por terra.
A profecia de Daniel 8:12 se locupleta na de Paulo (II Tess. 2:3 e 4), senão, veja o que diz a História Universal: No ano (321 d.C.) mudança do Sábado para o domingo. (370 d.C.) culto aos santos. (400 d.C.) oração pelos mortos e sinal da cruz. (500 d.C.) origem do purgatório. (609 d.C.) culto à virgem Maria. (758 d.C.) confissão auricular. (787 d.C.) culto às imagens. (880 d.C.) canonização de santos. (998 d.C.) festa de finados. (1.190 d.C.) venda das indulgências. (1.215 d.C.) consagrada definitivamente a confissão auricular. (1.220 d.C.) adoração à hóstia. (1.414 d.C.) uso de cálice só para sacerdotes. (1.563 d. C.) o Concílio de Trento determina que a tradição tem o mesmo valor que a Bíblia, e aceita como canônicos os livros apócrifos. (1.870 d.C.) é declarada a infalibilidade do papa quando fala ex-cátedra, pelo Concílio Vaticano.
O mundo então mergulhou em densas trevas. Foi retirada a Bíblia da mão do povo e colocadas em seu lugar as tradições romanas. As consciências foram cauterizadas no engano. Superstições inventadas, ninguém raciocinava livremente, dominados que foram pelo poder católico romano. Todos viviam receosos da bula papal. Reis, príncipes e o povo comum temiam a excomunhão da santa Sé. Vieram então os cismas e as indulgências. A intolerância religiosa estabelecida por Roma Cristã obli-terou a visão de um Deus amoroso, piedoso, misericordioso e compassivo.
Eis que surge o século XVI, e com ele, o embrião da Reforma Protestante. Muitos homens santos deram suas vidas em favor da Verdade no intuito de restaurá-la; antes e depois deste século, a saber:
Wiclef: Reformador inglês, cognominado a“estrela da manhã dos Reformadores”. Traduziu a Bíblia do latim para o inglês em 1.380 d.C. Seu protesto veemente foi contra a venda de indulgências. Seus ossos foram parar na fogueira.
Jerônimo e João Huss, dois expoentes máximos da Reforma; em defesa da verdade foram também devorados pela fogueira.
Willian Tyndale, suscitou o ódio dos prelados ao traduzir as Escrituras Sagradas para o idioma materno. Por ordem de Carlos V da Alemanha, foi ele estrangulado no dia 6 de Outubro de 1536 e queimado num poste de Vilvorde, próximo a Bruxelas.
Martinho Lutero, Reformador alemão. A estrela central da constelação imarcescível dos valorosos reformadores. Quando ele subia de joelhos os degraus da “escada de Pilatos” em Roma, uma voz lhe soou aos ouvidos: “O justo viverá pela fé” (Rom. 1:17). Olhou para todos os lados. Nada viu. Continuou. A voz cálida repetiu-se: “O justo viverá pela fé”. Não mais duvidou. De pronto, levantou-se.
Lutero cria nas torturas e sacrifícios, isto é, na justificação pelas obras como o tinha aprendido na Igreja Católica.
Interrompeu imediatamente sua via-crucis pois entendera a voz e a mensagem divinas. Penitências, obras de qualquer espécie, promessas, sacrifícios de auto flagelação, nada disso pode justificar a ninguém (Isaías 64:6).
Correu até sua greja em Vitemberg na Alemanha e colocou 95 teses contrárias à Igreja Católica (31/10/1517) e por isso foi levado aos tribunais da Santa Sé.
“Retrata-te herege”, vociferavam bispos e padres. De quê? Serenamente perguntava este homem de Deus: “Provem pela Bíblia meu erro!” (E pode??).
Lutero foi salvo pelo Senhor para desencadear o grande processo de restauração das Verdades que estavam lançadas por terra. E começou pela Bíblia. Traduziu-a para o alemão em 1.534 d.C., e mais tarde fundou a Igreja Luterana. Mas,
• Continuou guardando o domingo;
• Crendo que na morte da pessoa, saía-se-lhe a alma; (imortalidade);
• E praticando o batismo por aspersão (água na cabeça).
Lamentavelmente, a Reforma de Lutero, conquanto providencial e necessária, foi uma Reforma incompleta. Julgá-lo? Quem?!
Um homem que se levantou sozinho contra um Sistema Eclesiástico poderoso que dominava o mundo. Como também exigir dele, que viveu apenas 63 anos, uma reforma total das Verdades que foram lançadas por terra há milênios?
Agradeçamos a Martinho Lutero a bênção de ter restaurado a autoridade da Bíblia e a grande verdade da justificação pela fé. A sua sinceridade nos leva a entender que, 1.300 anos de engano, efetivamente lhe ofuscaram a visão espiritual concernente ao Sábado, pois temos dele o seguinte testemunho:
“É muito surpreendente para mim que alguém possa afirmar que eu rejeito a Lei ou os Dez Mandamentos... Não conheço nenhum modo em que nós não os usemos... Pois quem poderia saber que, e por que, Cristo sofreu por nós, sem saber o que é pecado ou a lei? Portanto, a Lei precisa ser pregada onde quer que Cristo for pregado.” – Martinho Lutero, Luther’s Works (Filadélfia: Fortress Press, 1971), vol. 47, págs. 109 e 113.
Portanto, como cada época da história teve sua Verdade Presente, a Verdade Presente na era de Lutero foi a justificação pela fé.
Nenhuma outra Verdade poderia ser restaurada em primeiro lugar senão essa; porque ao povo havia sido ensinado que o perdão se comprava com dinheiro (indulgências). E o livro do profeta Daniel estava “selado” ainda.
O certo é que, com Lutero, a igreja começou a ser despertada do sono milenar para novamente adentrar o caminho da verdade e santidade. Importava seguir em frente. Raios de fulgurante luz espancavam as espessas trevas dos ensinos pervertidos e das práticas pagãs de Roma papal. Porém, ainda que a Reforma surgisse em hora gloriosa, o restabelecimento de todas as Verdades não se deu.
Era exigir demais que os Reformadores abandonassem todos os erros de seus antepassados, ou que eles restaurassem todas as Verdades “lançadas por terra”. Todo o conjunto de Verdades divinas alteradas milenarmente pela igreja dominante teriam que ser gradativamente restauradas, e não todas de uma vez.
Efetivamente, algumas verdades estavam ocultas aos seus olhos, aguardando outra oportunidade para serem restauradas ao seu primitivo fulgor, fato que está plenamente de acordo com os reclamos da profecia.
O batismo por aspersão (infantil) é um exemplo. Deus o aceitou até que a forma original pudesse brandir as trevas e se revelar, também fulgurante. Quando este batismo (gotas de água na cabeça) era a luz que os crentes tinham, ou seja, não compreendiam com exatidão a verdadeira forma de batizar, Deus aceitava sua fidelidade à luz então crida. Daí, a certeza de que a pessoa só será responsável pelo conhecimento que teve da verdade em sua época. Ela só prestará conta da luz recebida e vivida, segundo o esclarecimento obtido.
Pois bem, as Igrejas Reformadas que se seguiram à Luterana, também não complementaram a Reforma, por isso mesmo continuaram iguais, todas guardando o domingo, crendo na imortalidade inerente da alma e batizando por aspersão. Só em 1.609, a Igreja Batista restaurou outra Verdade que foi o batismo por imersão e só de adultos. Daí para frente, nenhuma igreja mais fez nenhum progresso no sentido de restaurar as Verdades que ainda se encontravam no “chão”.
Evidentemente, Martinho Lutero nem ninguém poderia contrariar a profecia. A restauração de todas as Verdades só se daria quando chegasse o tempo predito na profecia, isto é: o Tempo do Fim, 1844 (leia à pág. 424). Dan. 8:12, 14, 17, 19, 26. Deus cuidou para que a profecia se cumprisse tal qual encontrada na Bíblia. Deus espera que os cristãos do final deste século, sejam os valentes atalaias de Sião, defensores da Verdade.
VERDADES CONFIRMADAS NO TEMPO DO FIM
• Bíblia Sagrada sem os livros apócrifos.
• Justificação pela fé.

VERDADES RESTAURADAS

a partir de 1844, pela Igreja Adventista do 7º Dia:
TEMPERANÇA (ampla reforma pró-saúde).
• Abandono de carnes imundas.
• Abandono de cigarros e bebidas alcóolicas.
MORTALIDADE DA ALMA
•A alma é o homem. Ele não abriga algo que se desprende ou se desgarra na morte.
SANTA CEIA 
• Lava-pés, puro suco de uva e pão ázimo (sem fermento).
LEI DE DEUS
• Restauração de todos os Dez Mandamentos. (aqui está o Sábado). Etc.
OBSERVAÇÃO: O Sábado não poderia ser restaurado antes do cumprimento da profecia. O tempo do fim começou no século XVIII e não no século XVI quando se deu a Reforma Protestante. – A Bíblia está certa, a História Universal confirma. Amém!
Complemento da página 145:
Esdras 7: 7-9 – “Também subiram a Jerusalém... no sétimo ano do rei Artaxerxes... E no mês quinto veio ele a Jerusalém; e era o sétimo ano deste rei. Porque no primeiro dia do primeiro mês foi o princípio da sua subida de Ba-bilônia, e no primeiro dia do quinto mês chegou a Jerusalém, segundo a boa mão do seu Deus sobre ele.”
“Mês quinto” – Quinto mês do reinado de Artaxerxes I, o monarca Persa que fez o terceiro decreto para a reconstrução de Jerusalém.
“Sétimo ano” – O rei Artaxerxes reinou de 465 a 423 a.C. Para descobrir-se o sétimo ano basta fazer a contagem decrescente: 464 (1º ano); 463 (2º ano); 462 (3º ano); 461 (4º ano); 460 (5º ano); 459 (6º ano); 458 (7º ano). Cinco meses após, já é o ano 457 a.C.
“Primeiro dia do primeiro mês” – Esdras saiu de Babilônia com sua caravana no primeiro dia do primeiro mês (Nisan) do ano 457 a.C..
“Primeiro dia do quinto mês” – Esdras chegou a Jerusalém no primeiro dia do quinto mês (ABe), do ano 457 a.C.

GRÁFICO 7 – CRONOGRAMA

O SÁBADO NA NOVA JERUSALÉM
Alguém me disse:
"Não havendo na Nova Jerusalém noite para marcar os limites nem o início ou o fim do dia, será impossível guardar o Sábado ali, portanto o Sábado está abolido."
Está certa ou errada, esta pessoa? Vamos ver:
Voltemos ao longinquo passado. Jesus, ao ressuscitar, empenhou Sua palavra dizendo que iria preparar um lugar para os salvos, lembra-se? João 14:1-3.
• Este lugar é a Nova Jerusalém: Apoc. 21: 2, 10.
• A Nova Jerusalém é o Templo de Deus: Apoc. 21: 3, 22.
• Vai ser a capital da Nova Terra: Zac. 14: 4, 5, 9.
A Nova Jerusalém não precisará de luz do Sol nem luz da Lua:
Apocalipse 22:5
"E alí não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do Sol, porque o Senhor Deus os alumia..." (Isa. 60:19; Apoc. 21:23).
OBSERVAÇÕES:
• Por que se acende as lâmpadas à noite?
• Os postes de iluminação pública são providos de um sistema célula fotoelétrica que, automaticamente se liga, quando a luz do Sol desaparece. E desliga-se instantaneamente quando, no dia posterior, reaparece o Sol.
• A luz (lâmpada) acesa pela manhã se ofusca diante da luz do Sol? – Claro que sim!
Na Nova Jerusalém não terá nenhuma instalação elétrica e estará toda iluminada à noite pela luz que emana do Senhor Jesus.
Se esta magnífica cidade não possui templo, se o Senhor é o Seu templo, se Sua glória a ilumina, então ela será a morada de Jesus. O Seu trono estará ali. E é isso mesmo! Jesus é nosso para sempre, Deus não O deu para nós? (João 3: 16).
Mas... quanto ao Sábado, algum problema? Lógico que não! Observe:
• Deus criou a Terra para nós, os seres humanos (os terráqueos). Deu-lhe forma, separou as trevas da luz e nominou-as: Noite e Dia. Gên. 1: 2-13.
• Criou o Sol para iluminar o dia, e a Lua para clarear a noite. Gên. 1: 16-18.
• Depois criou um casal maravilhoso ordenando-lhe crescer e multiplicar. Este casal seria o embrião da família humana. Gên. 1: 27- 28.
• O Sol e a Lua realizavam suas funções necessárias à manutenção da vida na Terra, enquanto Adão e Eva viviam felizes, sem pecado, no Éden.
Um dia o pecado entrou neste mundo. Que lástima! O Sol e a Lua continuaram e continuam realizando a obra para a qual Deus os destinou.
Um dia o pecado será dessarraigado da Terra, e o Sol e a Lua continuarão brilhando, porque o homem nela morará, agora, porém, sem pecado, tudo novo. E a cada Sábado iremos ao templo (Nova Jerusalém) para adorar, e lá nos recepcionará o Senhor Jesus cuja glória ilumina toda a cidade – de dia e de noite. Ouça:
“E será que desde uma lua nova até a outra (mensal), e desde um Sábado até ao outro (semanal), virá toda a carne (pessoas) a adorar perante Mim, diz o Senhor.” – Isa. 66: 23.
Eu não ficarei de fora, e você? Glória a Deus!
“O SÁBADO É DIFERENTE DOS SEIS DIAS DA SEMANA PORQUE NO GÊNESIS NÃO DIZ TARDE E MANHÔ
Impressionantemente, quando uma pessoa decide não aceitar a clareza bíblica da validade do Sábado, ela procurará “mil”coisas para questionar. Bem, anote aí:
“Diferente dos outros seis, o sétimo dia da Criação não é designado como ‘tarde e manhã’. Alguns estudiosos querem defender que os seis dias correspondem a períodos de tempo e o sétimo não tinha limites fixos. Assim, sugerem que o Sá-bado é um tempo anterior à queda do homem, a ser restaurado quando pecado e pecadores não mais existissem. Isso omite três fatos importantes:
“ (1) – O sétimo dia é chamado ‘um dia’ (yom, em hebraico; Gên. 2: 2), da mesma forma que os seis dias anteriores (Gên. 1:5-31).
“ (2) – O último dia da semana da criação é chamado ‘o sétimo’.
“ (3) – O quarto mandamento iguala os sete como parte iguais de uma semana (Êx. 20: 8-11). Portanto, o Sábado da Criação não foi um período de tempo extenso, da mesma forma que não o foram os demais seis dias da Criação.
“A palavra ‘dia’ (yom, em hebraico), sempre significa um dia de 24 horas, quando usada com o numeral (primeiro, segundo, terceiro, etc). Logo, Gênesis 1, fala da criação em seis dias literais.
“ O sentido da expressão ‘sétimo dia’ em Gênesis 2: 2 é o mesmo de quando aplicado aos seis dias anteriores. Diferente dos meses e anos, que são determinados pelo movimento da Lua em torno da Terra e pela Terra em torno do Sol, respectivamente, não há um fenômeno natural para determinar a semana. A origem da semana tem a ver com a Criação.” – Lição da Escola Sabatina, 4/8/96.
LEMBRE-SE:
• O Sábado não é dos judeus. É do Senhor teu Deus.
• O Sábado foi o primeiro dia inteiro que Adão e Eva viveram.
• Se Jesus viesse para destruir o Sábado, Ele não o teria guardado. Lucas 4: 16.
• Foi no Sábado que Jesus levantou-Se e, lendo o profeta Isaías, disse ser o Messias.
• O Sábado, além de ser o marco de que Deus é o Criador, é o refúgio contra o stress. Neste dia deve-se deixar tudo para adorar a Deus.
• Que sentido faz Jesus mandar orar 39 anos depois de Sua volta ao Céu (Mat. 24:20), se os discípuldos não guardassem o Sábado?
• Se Jesus fosse transferir o Sábado para o domingo, os discípulos não iriam com bálsamo e tristeza ao túmulo (Marcos 16:2); mas, com flores e muita alegria.

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Pois será bem vindos.
E disse Jesus aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encornareis descanso para vossas almas.
Tenha sempre bons momentos ao lado de Jesus.