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quarta-feira, 8 de maio de 2013

QUE O PECADO JAMAIS POSSA DISTANCIAR VOCÊ DE DEUS: PORQUE VOCÊ PODE CAIR,MAS DEUS ESTA PRONTO A TE LEVANTAR.


O Pecador e o Justo





Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo; o Teu bordão e o Teu cajado me consolam. Salmo 23:4

Frequentemente, ouvimos a descrição da vida do cristão como sendo cheia de lutas, tristeza e dor, com muito pouco pelo que se alegrar e confortar; e a impressão, muitas vezes transmitida, é a de que se deixassem sua fé e seus esforços pela vida eterna, tudo se transformaria em prazer e alegria. Tenho sido, porém, levada a comparar a vida do pecador com a vida do justo. Os pecadores não têm o desejo de agradar a Deus; assim, não podem desfrutar da agradável sensação de Sua aprovação. Desfruta, porém, o ímpio sem perturbações seu prazer e sua alegria? Oh, não! Sentem profundamente as desgraças desta vida mortal. Há ocasiões em que o pecador é terrivelmente afligido. Ele teme a Deus, mas não O ama.

Acham-se os ímpios livres de decepções, preocupações, perdas terrestres, pobreza e aflição? Oh, não! A esse respeito não estão mais seguros do que os justos. Eles muitas vezes sofrem de doenças persistentes e, no entanto, não têm um braço forte e poderoso no qual se apoiar, nenhuma graça fortalecedora de um poder mais alto para sustentá-los. Em sua debilidade, apoiam-se nas próprias forças.
Eles não conseguem com prazer olhar para o futuro, para a manhã da ressureição, pois não acalentam a esperança de que estarão entre os benditos. Não obtêm consolo olhando para o futuro, mas temerosa incerteza os atormenta, e assim fecham eles os olhos na morte. Esse é o fim da vida de vãos prazeres dos pobres pecadores.

O cristão está sujeito à enfermidade, às decepções, à pobreza, desonra e aflição. Entretanto, em meio a tudo isso, ele ama a Deus, prefere fazer a vontade dEle e preza mais do que tudo Sua aprovação. No choque das provações e nas mutáveis cenas da vida, o cristão sabe que há Alguém que conhece tudo, Alguém que inclinará o ouvido ao grito do sofredor e do aflito, Alguém que pode Se compadecer de toda dor e suavizar a viva angústia de cada coração. Ele convidou os sofredores a irem até Ele para encontrar descanso. Em meio a toda a sua aflição, o cristão é grandemente consolado. E se Deus permite que ele sofra uma longa e penosa doença antes de fechar os olhos na morte, pode com bom ânimo suportar tudo isso, porque tem comunhão com seu Redentor (Review and Herald, 28 de abril de 1859).



A Recompensa do Cristão





Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33

Muitos falam da vida do cristão como se ela tirasse de nós prazeres e alegrias deste mundo. Digo que ela não tira coisa alguma digna de ser conservada. Sofrem os cristãos preocupações, pobreza e aflições? Oh, sim, isso se espera nesta vida! Está, porém, o pecador, de quem falamos, fruindo os prazeres deste mundo, livre desses males? Não o vemos muitas vezes com o rosto pálido e acometido de tosse sufocante, indicando uma enfermidade fatal? Não está sujeito à febre alta e doenças contagiosas? Quantas vezes o ouvimos reclamar de grandes perdas de bens mundanos? Esse é seu único tesouro. Eles perdem tudo. Esses infortúnios do pecador são desconsiderados.

Os cristãos, às vezes, pensam que têm vida difícil e que é uma condescendência de sua parte apegar-se a uma verdade impopular e professar ser seguidores de Cristo; que o caminho parece duro e têm muitos sacrifícios a serem feitos, quando, em realidade, não fazem sacrifício algum. Se, na verdade, são adotados na família de Deus, que sacrifício fizeram? Talvez o fato de seguirem Cristo haja rompido alguma amizade com parentes amantes do mundo, mas considere a troca: seus nomes escritos no livro da vida do Cordeiro, elevados, sim, grandemente exaltados, para serem participantes da salvação, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Jesus Cristo em uma herança incorruptível. Se o elo que os liga aos parentes não cristãos se enfraquecer por causa do nome de Cristo, um elo mais forte será formado; um elo que liga o ser humano finito ao Deus infinito.

Consideraremos um sacrifício de nossa parte trocar o erro pela verdade, as trevas pela luz, a fraqueza pela força, o pecado pela justiça, um nome e uma herança perecíveis na Terra por honras perduráveis e um tesouro imortal? [...]

Se há alguém que devia ser continuamente agradecido, esse é o seguidor de Cristo. [...] Se os cristãos pensam demais na dificuldade do caminho que têm a trilhar, tornam-no mais difícil do que realmente é. Se, porém, demoram-se na consideração dos pontos iluminados do percurso e são agradecidos por todo raio de luz recebido, demorando-se também na rica recompensa que se encontra no fim da corrida, em lugar de pensar na tristeza, na lamentação e na reclamação, eles terão um semblante alegre (Review and Herald, 28 de abril de 1859).


A Bênção de Doar




A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado. Provérbios 11:25

No plano da salvação, a sabedoria divina designou a lei da ação e reação, tornando duplamente bendita a obra de beneficência em todos os seus ramos. O que dá aos necessitados beneficia a outros e é ele próprio beneficiado em grau ainda maior. [...]

Para que não perdêssemos os benditos resultados da beneficência, nosso Redentor elaborou o plano de nos alistar como Seus cooperadores. Mediante uma cadeia de circunstâncias que despertariam nossa caridade, Ele nos concede os melhores meios de cultivar a beneficência e nos conserva doando habitualmente para ajudar os pobres e promover Sua causa. Por meio das necessidades deles, o mundo arruinado está extraindo de nós talentos em forma de recursos e influência a fim de apresentar-lhes a verdade, por falta da qual estão a perecer. [...] Doando, beneficiamos a outros, acumulando assim verdadeiras riquezas. [...]

A cruz de Cristo é um apelo à beneficência de todo discípulo do bendito Salvador. O princípio aí exemplificado é doar, doar. Isso, realizado em verdadeira beneficência e boas obras, é o legítimo fruto da vida cristã. O princípio dos não cristãos é adquirir, adquirir, e assim esperam assegurar a felicidade; levado a efeito em todos os sentidos, porém, o fruto desse princípio é infelicidade e morte. [...]
Cristo designou aos seres humanos a obra de propagar o evangelho. Porém, enquanto alguns saem a pregar, Ele pede a outros que Lhe atendam às reivindicações quanto aos dízimos e às ofertas com que se possa sustentar o ministério e disseminar a verdade impressa por toda a Terra. Esse é o meio pelo qual Deus nos quer exaltar. É justamente a obra de que necessitamos, pois moverá a mais profunda compaixão do nosso coração, chamando à ação as mais elevadas faculdades mentais. [...]

Deus planejou o sistema de beneficência a fim de que nos tornássemos como nosso Criador, benevolente e de caráter altruísta. [...]
O crente povo de Cristo deve perpetuar Seu amor. [...] Vamos nos reunir ao redor da cruz do Calvário, em sacrifício e abnegação. Diante da cruz, vendo o Príncipe do Céu morrer por nós, poderíamos fechar o coração e dizer: “Não, não tenho nada para dar?” Deus nos abençoará ao fazermos o melhor que pudermos (Review and Herald, 3 de outubro de 1907).


Deus Pede Demais?




Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. 1 João 2:15

Vemos beleza, amabilidade e glória em Jesus. Contemplamos nEle atrativos inigualáveis. Ele era a Majestade do Céu. Todo o Céu estava repleto de Seu esplendor. Anjos se curvavam em adoração diante dEle e prontamente obedeciam às Suas ordens. Nosso Salvador abriu mão de tudo. Abdicou de Sua glória, majestade e esplendor, e desceu à Terra a fim de morrer por uma raça de rebeldes, transgressores dos mandamentos de Seu Pai. Cristo condescendeu em humilhar-Se para que pudesse salvar a raça caída; bebeu do cálice do sofrimento e, em seu lugar, nos ofereceu o cálice da bênção. Sim, aquele cálice foi esvaziado por nós; e mesmo cientes de tudo isso, muitos escolhem permanecer no pecado e na insensatez; e Jesus ainda assim os convida. Ele diz: “Quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida” (Ap 22:17). [...]

As verdades da Palavra de Deus devem ser aplicadas a nós, e nós devemos nos apoderar delas. Se assim o fizermos, elas exercerão uma influência santificadora em nossa vida; elas nos moldarão para que possamos nos preparar para o reino da glória; para que no momento em que a porta da graça se fechar, possamos ver o Rei em Sua formosura e estar na presença de Deus para sempre. [...]

Deus requer a força do ser inteiro. Requer de nós a separação do mundo e das coisas do mundo. “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” (1Jo 2:15). De nós é exigida a separação do amor ao mundo, e o que recebemos em troca? “Eu serei para vós Pai” (2Co 6:18). É necessário se separar dos amigos em suas afeições? A verdade exige que você permaneça sozinho em sua posição a fim de servir a Deus, porque outros ao seu redor não estão dispostos a se submeter aos reclamos de Cristo sobre eles? A verdade exige que você se separe deles em seus sentimentos? Sim; e essa é a cruz que você deve levar, o que faz com que muitos digam: “Não consigo me submeter às reivindicações da verdade.” Mas Cristo diz: “Quem ama seu pai ou sua mãe [ou irmão, ou irmã] mais do que a Mim não é digno de Mim” (Mt 10:37). Quem quiser ser Meu discípulo, “tome a sua cruz e siga-Me” (Mc 8:34). Eis aqui a cruz da renúncia e do sacrifício: separar-se em suas afeições daqueles que não se submeterão às reivindicações da verdade. É esse um sacrifício grande demais a ser feito por Aquele que sacrificou tudo por você? (Review and Herald, 19 de abril de 1870).




Coração Alegre





Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo! Deus é a nossa salvação. Salmo 68:19

Os cristãos devem ser as pessoas mais alegres e felizes que existem. Podem ter a consciência de que Deus é seu Pai e Amigo constante. Mas muitos professos cristãos não representam corretamente a religião cristã. Parecem tristes, sentindo-se desfavorecidos. Falam frequentemente do grande sacrifício que fizeram para se tornar cristãos. Apelam para aqueles que não aceitaram a Cristo, demonstrando por seu exemplo e conversação que não devem abandonar tudo o que tornaria a vida agradável e alegre. Lançam um manto de sombras sobre a bendita esperança cristã. Dão a impressão de que as ordens de Deus são um fardo mesmo para a pessoa disposta, e que tudo que dá prazer ou que agrada ao gosto deve ser sacrificado.

Não hesitamos em dizer que essa classe de professos cristãos não tem o artigo genuíno. Deus é amor. Aquele que está em Deus, está em amor. Todos os que realmente se relacionaram, por experiência, com o amor e a terna compaixão de nosso Pai celestial transmitem luz e alegria onde quer que estejam. Sua presença e influência são como a fragrância agradável das flores aos que com eles convivem, porque estão ligados a Deus e ao Céu, e a pureza e a beleza exaltadas do Céu são comunicadas através deles a todos os que têm contato com sua influência. Isso faz deles a luz do mundo, o sal da Terra. [...]

De onde o artista obtém seu modelo? Da natureza. O grande Artista-Mestre pintou sobre a tela móvel e mutável do firmamento as glórias do pôr do sol. Coloriu e iluminou os céus de ouro, prata e vermelho, como se os portais do alto Céu se abrissem de par em par, a fim de que pudéssemos ver seu brilho, e nossa imaginação percebesse a glória interior. [...]

Ao sermos atraídos à beleza da natureza e nos aproximarmos das coisas que Deus criou para a felicidade do ser humano com seus atributos, consideraremos a Deus como um terno e amoroso Pai, em vez de meramente um juiz severo. [...] O coração se comove e pulsa com novo e mais profundo amor, cheio de admiração e reverência, quando contemplamos Deus na natureza (Review and Herald, 25 de julho de 1871).


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